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Caixeiro Viajante

Estranho ser que me visita
Estranho que me chama
Nem sabe meu nome, meu endereço
Visitante sazonal meramente ocasional
Chegou de repente e resolvi ir
Não se encante comigo, digo.
Ordeno!
Anfitrião de pandeiro na mão
È passageira situação
O bandolim toca, o telefone também
A porta não tem chave nem trinca
De outro lado um casal brinca
Ele dispensa , despenca!
Uma pena na cadeira a mulher se cobre
Um sonho vibrante
Você, caixeiro viajante!
Risco iminente de olhar indecente me pegar
Ele me tirou prá dançar
Me fez esquecer o ser irresponsável que não sou
Ele chega de barba por fazer….adoro…
Quando diz que me ama e não aceita….meu não
Papo descolado de malandro que quer o que não quer
Eu finjo ser despretensiosa.
Ele se encanta e eu vou embora
Paciência se ainda não é a minha hora.

1 mensagem

DIENE DAMASIO, 21/02/2013 00:05

Adorei Caixeiro Viajante! Como está havendo este tipo atualmente…rs,rs
Vou compartilhar!

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